O ministro Morais Sarmento tem realmente valor e, para mal dos seus pecados, está constantemente a ser atacado por quem tinha obrigação de o defender.
Santana Lopes enviou-o a São Tomé para lançar a negócios da Galp na exploração das reservas petrolíferas daquela antiga colónia portuguesa e, em vez de o defender acabou por dizer que estava chocado com a notícia que dava conta dos elevados custos da deslocação àquela que agora é uma luxuosa estância de férias.
Para complicar a vida ao Morais Sarmento o ministro de Estado e das Actividades Económicas, Álvaro Barreto, o número dois da hierarquia governativa, aprontou-se a dizer que não sabia de nada e que Sarmento teria feito bem em querer sair do Governo.
Curiosamente o Governo de São Tomé não confirma negociações com a Galp para tal negócio.
Não há dúvida de que tudo corre mal a todos.